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Poder
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Miniatura

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Número de registro
MAC1550
Título
Poder
Série
Teclas (2015-2020)
Autoria
Ano
2019
Denominação
Material/Técnica
Suporte/Mídia
Dimensões
24 x 24 cm
Texto para etiqueta
JOANA BURD
(Porto Alegre, RS, 1991)
Poder, 2019
Série Teclas, 2015-2020
Objeto, 24 x 24 cm
Doação artista por intermédio do Clube de colecionadores AAMACRS
Aquisição
Doação artista por intermédio do Clube de colecionadores AAMACRS, 2022
Créditos da fotografia
Condições de reprodução
O uso de imagens e documentos é permitido para trabalhos escolares e universitários com caráter de pesquisa e sem fins lucrativos. Junto à reprodução, deve sempre constar obrigatoriamente o crédito à fonte original (quando houver) junto ao crédito: Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul. Os direitos autorais são de propriedade de seus respectivos detentores de direitos, conforme a Lei de Direitos Autorais (LDA – Lei no 9.610/1998). O MACRS não detém a propriedade de direitos autorais e não se responsabiliza por utilizações indevidas praticadas por terceiros.
Comentários/Dados históricos
A obra é datada de 2019, de autoria da artista Joana Burd, intitulada “Poder”, a peça faz parte da série “Teclas”, de 2015-2020. O trabalho conta com botões feitos com teclas de computadores, que foram adquiridas num depósito de eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), porém a artista menciona que outras peças foram doações de amigos e conhecidos. A série, ainda, contém uma tradução (Power - Poder) que acompanha a tecla em uma caixa de vidro de moldura vermelha. Burd propõe uma ressignificação de uma peça cheia de memória. A obra foi doada pela artista por intermédio do Clube de colecionadores da Associação de Amigos do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul (AAMACRS), ao Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul (MACRS).
Exposições e prêmios
Exposição: Teclas de Joana Burd. Galeria de Artes do Centro de Cultura Ordovás, Caxias do Sul, RS, 2016.
|Exposição: Matéria Difusa - Um olhar sobre a coleção MACRS, Recorte Língua Viva. Galeria Edmundo Rodrigues, Complexo Palacete Pedro Osório, Bagé, RS, 2022.
Histórico de publicações
JOANA, Burd; MEDEIROS, Fernanda; PUJOL, Laura [org]. Teclas: Joana Burd. 1º Edição, Prefeitura Caxias do Sul, Caxias do Sul, 2016, p. 12-13. Disponível em: https://issuu.com/joanaburd/docs/catalogo_exposic_a_o_teclas_de_joana_burd_curadori , Acesso em 03 de junho de 2022.
|BULHÕES, Maria; PELLIN, Vera; VENZON, André [org]. Catálogo acervo do Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul. 1. ed. Digrapho Produções Culturais, Porto Alegre, 2021. p.140. Catálogo de Acervo. Disponível em: https://acervomacrs.wpcomstaging.com/catalogo/. Acesso em 03 de junho de 2022.
|BURD, Joana. Nativos digitais: uma pesquisa sobre fluxos entre arte e tecnologia. Trabalho de Conclusão de Curso, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Porto Alegre, Brasil, 2014.
|BURD, Joana. Corpo Vibratório : quando o movimento pede pausa. Dissertação de Mestrado, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Porto Alegre, Brasil, 2018. p. 25-28. Disponível em: https://lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/187423/001083222.pdf?sequence=1&isAllowed=y , Acesso em 11 de julho de 2022.
Mídias relacionadas
Teclas, 2015 - 2020. Disponível em: https://www.joanaburd.com/teclas , Acesso em 03 de junho de 2022.
|“Mas Teclas dialoga com vários tipos de público, afinal, os pedaços de teclados que compõem as obras são velhos conhecidos de todos nós e fazem parte da vida de boa parte da população diariamente. O que Joana propõe é uma ressignificação daquela peça cheia de letras que serve quase como uma extensão dos dedos contemporâneos. Entre os trabalhos expostos está, por exemplo, uma série que reflete sobre as palavras que estão impressas nos próprio teclado (foto). Poder, espaço, controle, retrocesso e fim estão entre as "ações" sugeridas nos botõezinhos e que ganham novo sentido por meio do olhar da artista. – Tento trazer alguma reflexão, alguma memória... é uma questão de dialogar, e quando tu põe palavras na exposição entra escrachadamente na questão do diálogo – diz.Os teclados utilizados como base para as obras de Joana foram adquiridos num depósito de eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro, mas a artista também recebeu várias peças de amigos e conhecidos. O destino artístico concedido ao "lixo descartado" também reflete sobre o consumo desenfreado que acomete a sociedade quando o assunto é tecnologia. – São peças que carregam memórias, mas muitas vezes essa obsolescência programada nos faz esquecer – comenta a artista”. (VIEIRA, 2016). Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/pioneiro/cultura-e-lazer/noticia/2016/10/teclas-em-cartaz-em-caxias-expoe-obras-feitas-a-partir-de-teclados-7969512.html , Acesso em 03 de junho de 2022.
|"A literalidade das palavras se dissolve no domínio da língua inglesa, nossas ações ficam encobertas e subentendidas. Acredito que ao realizar o exercício da tradução dos comandos, ou melhor, das teclas, produzo um novo olhar. No trabalho Teclas (2016), desenvolvi cerca de vinte traduções linguísticas entre elas Shift/Mudança, End/Fim, Backspace/Retrocesso, Power/Poder. (...) Na tentativa de sacudir o aparelho da linguagem, coloco esses objetos em uma caixa de vidro com uma moldura vermelha que remete à “Caixa quebra vidro em caso de incêndio". Nas primeiras exibições destes trabalhos incluí na montagem um martelo modelado em biscuit convidando o público a interagir. Houve tentativas de quebrar o vidro e arrancar-lhe as teclas, contudo nenhuma foi bem-sucedida". (BURD, 2018, p.25 - 28). Disponível em: https://lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/187423/001083222.pdf?sequence=1&isAllowed=y , Acesso em 11 de julho de 2022.
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