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Pequeno quintal na Vastidão de um Hectare
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Anexos
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Miniatura

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Número de registro
MAC2203
Título
Pequeno quintal na Vastidão de um Hectare
Autoria
Ano
2023
Denominação
Material/Técnica
Dimensões
130 x 45 x 8 cm | 30 x 40 cm
Notas descritivas
A escultura “Pequeno quintal na Vastidão de um Hectare” do artista David Magila foi desenvolvida em 2023, feita de silicone, estrutura interna de metal e suporte de acrílico transparente em dimensões de 130 x 45 x 8cm. A escultura, de sentido vertical, possui formato de folha de bananeira na cor verde. A obra possui nuances de profundidade e volume que simulam as nervuras naturais da planta e demarcam sua haste central que é visível do centro da folha até a extremidade do caule estreito e curto.
Palavras-chave
Texto para etiqueta
David Magila
(São Caetano do Sul, SP, 1979)
Pequeno quintal na Vastidão de um Hectare, 2023
Instalação. acrílica sobre tela e silicone, ferro e acrílico, 130 x 45 x 8 cm
Doação artista
Aquisição
Doação artista, 2023
Créditos da fotografia
Condições de reprodução
O uso de imagens e documentos é permitido para trabalhos escolares e universitários com caráter de pesquisa e sem fins lucrativos. Junto à reprodução, deve sempre constar obrigatoriamente o crédito à fonte original (quando houver) junto ao crédito: Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul. Os direitos autorais são de propriedade de seus respectivos detentores de direitos, conforme a Lei de Direitos Autorais (LDA – Lei no 9.610/1998). O MACRS não detém a propriedade de direitos autorais e não se responsabiliza por utilizações indevidas praticadas por terceiros.
Textos críticos
Texto Crítico
Em uma representação da folha de bananeira, a obra provoca estranhamento visual devido ao contraste entre a organicidade do elemento da natureza - a folha - e o formato sintético e artificial que advém da materialidade da qual é feita. A singularidade do material, ao se assemelhar à uma matéria maleável, motiva o interesse ao toque, evocando os demais sentidos somente através da visualidade. A textura antinatural e o tom chapado de verde sólido provocam a sensação de objeto falsificado, gerando uma revisão sobre a forma original da folha em seu estado natural. Ao explorar figuras cotidianas em uma abstração desordenada, a poética do artista promove a reconstrução da realidade, em que o objeto original deixa seu estado primitivo e se torna uma reprodução desconstruída. O artista utiliza do conceito intangível da folha, enquanto produto singular da natureza, e traduz sua essência em uma experiência sensível de experimentação escultórica.
Autoria
Comentários/Dados históricos
Este trabalho traz a tona um tema bastante discutido na história da arte, mais especificamente a representação da paisagem. Porém, nestes trabalhos, a paisagem é tratada fora de seu conceito original, ou seja, desconstruída e amplificada como um site-specifc, levantando uma espécie de embate sobre o seu próprio tema.
Estes dispositivos de reconhecimento são realizados a partir de observações que o artista realiza em fotografias e videos pelos lugares que observa e registra.
No entanto,, aos poucos os olhos parecem se acostumar, ou ao menos encontra um caminho aparentemente seguro na paisagem, quando começa a reconhecer fragmentos do espaço: prédios, árvores, sobras de ocupação humana, vestígios...
Diferentemente de uma representação clássica de paisagem, aqui os elementos são dispostos por outras mídias além obviamente da pintura. Este modo de operação ressalta aspectos do cotidiano por vezes banais e o desejo do artista em questionar os espaços urbanos, grandes tragédias sociais e ecológicas nos dias atuais. Por David Magila
Exposições e prêmios
"Vibrações" - Curadoria de Paulo Venancio Filho - Tropigalpão - 2022 - Rio de Janeiro
|Feira "SPArte 2023" - Stand Galeria Mamute
|+ Acervo: caminhos para as aquisições do MACRS, Galeria Sotero Cosme, MACRS, 2024
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Obras - Acervo MACRS