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Maria Conga
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Miniatura

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Número de registro
MAC1876
Título
Maria Conga
Autoria
Ano
2019
Denominação
Suporte/Mídia
Dimensões
16:9
Duração (minutos)
1'04"
Tamanho do arquivo (MB)
41 MB
Texto para etiqueta
Luanda Francisco
(Porto Alegre, RS, 1974)
Maria Conga, 2019
Video HD, 16:9, som, cor, 1'04"
Doação artista
Aquisição
Doação artista, 2020
Créditos da fotografia
Condições de reprodução
O uso de imagens e documentos é permitido para trabalhos escolares e universitários com caráter de pesquisa e sem fins lucrativos. Junto à reprodução, deve sempre constar obrigatoriamente o crédito à fonte original (quando houver) junto ao crédito: Museu de Arte Contemporânea do Rio Grande do Sul. Os direitos autorais são de propriedade de seus respectivos detentores de direitos, conforme a Lei de Direitos Autorais (LDA – Lei no 9.610/1998). O MACRS não detém a propriedade de direitos autorais e não se responsabiliza por utilizações indevidas praticadas por terceiros.
Textos críticos
Texto Crítico
A partir de sua pesquisa sobre o sagrado na cultura afrobrasileira, Luanda Patricia Francisco realizou a série “Gestos”, na qual representa em vídeo diversas posições de mãos que caracterizam a presença das entidades conhecidas como Preta Velha ou Preto Velho — ambos arquétipos religiosos de amor e sabedoria ancestral dentro da Umbanda.
Segundo a artista, através do destaque desses gestos ela buscou demonstrar a força simbólica de amor, ancestralidade e resistência presentes nessa espiritualidade. Em suas palavras, Maria Conga é uma energia que diversas filhas de santo podem sentir e receber dentro da incorporação, inclusive ela própria como praticante da religião. Cada entidade se identifica através de alguns atributos específicos, como a guia, o cachimbo, ou, no caso de Maria Conga, o rosário feito com sementes das chamadas “lágrimas de nossa senhora”. Patrícia Francisco define a série como uma parceria entre ela e as entidades afrobrasileiras que incorporou no processo.
A partir da obra, podemos pensar na importância da herança simbólica das culturas de matriz africana presentes no Brasil. Servindo como registro também do processo de sincretismo religioso, desde o princípio uma marca da opressão, e de resistência a ela ao mesmo tempo.
Autoria
Exposições e prêmios
47% artistas mulheres no acervo do MACRS - Galeria Augusto Meyer, MACRS, 2021
|- 15º Cine Esquema Novo – Arte Audiovisual Brasileira, Cinemateca Capitólio, 2025
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